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JARAGUÁ DO SUL – SC, 18 DE JULHO DE 2026 

INFORMATIVO BANCÁRIO Nº (110708)07-26

BANCO DO BRASIL RESISTE A AVANÇOS EM CLÁUSULAS SOCIAIS.

CONTEC cobra melhorias em Licenças, Apoio às Famílias e Proteção à Saúde Mental dos Gestores. 

O Banco do Brasil sinalizou resistência à maior parte das Reivindicações apresentadas pela CONTEC em Cláusulas Sociais do Acordo Coletivo. A rodada da Mesa Específica ocorreu na sexta-feira (17/07/26), na GEPES São Paulo, como parte da Campanha Nacional dos Bancários 2026. A pauta tratou das Licenças, Ausências, Igualdade de Oportunidades, Proteção às Mulheres, Apoio a Trabalhadores com Filhos com Deficiência ou Transtornos de Alta Dependência e Acessibilidade. A Saúde Mental dos Gestores diante da política de Descomissionamentos também ocupou parte central do debate. 

Em temas como acumulação dos Cinco Dias de Abono Anual, Licença por Falecimento de Familiares e Idade para Acompanhamento de Filhos, o Banco defendeu a manutenção das regras atuais. A CONTEC também reivindicou tratamento mais igualitário na concessão de abonos e melhorias nas Licenças Maternidade, Paternidade e Parental. O Banco do Brasil vai avaliar a criação de um aviso automático para lembrar as Funcionárias sobre o prazo de solicitação da prorrogação da Licença-maternidade. Também ficaram pendentes de análise a Concessão de Abono para Provas de Certificação e Concursos realizados em outras cidades. A Representação dos Trabalhadores propôs ainda que a contagem da Licença-paternidade ocorra a partir da alta hospitalar da Mãe ou do Recém-nascido, nos mesmos moldes já aplicados à Licença-maternidade. 

Nos debates sobre inclusão, a Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito defendeu que a redução de jornada e o auxílio destinado a filhos com deficiência também contemplem expressamente transtornos que geram alta dependência, mesmo quando não classificados formalmente como deficiência. O Banco verificará se casos relacionados a autismo e TDAH já estão abrangidos pelas normas internas. 

Em relação à igualdade de oportunidades, o BB informou que adotou reserva de 70% das vagas para mulheres em um programa voltado a gerentes regionais. O Banco também passou a exigir que pelo menos 30% dos classificados em determinados processos de nomeação sejam mulheres ou pessoas pretas e pardas. 

A maior preocupação apresentada pela CONTEC envolve os Descomissionamentos por não Atingimento de Metas. A representação relatou cobranças excessivas e casos de ansiedade e síndrome do pânico entre gestores. A Entidade pediu a suspensão temporária dos descomissionamentos e a construção de alternativas não punitivas. Também argumentou que fatores externos, como a inadimplência no agronegócio, afetam o desempenho das unidades e não podem ser atribuídos exclusivamente aos gestores. 

“Não estamos discutindo privilégios, mas medidas concretas de proteção aos Trabalhadores e às Famílias. O Banco precisa considerar situações que ainda não estão plenamente contempladas no acordo e rever uma política de Descomissionamentos que responsabiliza o Gestor até mesmo por fatores que estão fora de seu controle”, afirmou o Coordenador da Comissão de Negociação com o Banco do Brasil, Gilberto Vieira.

  

FONTE: CONTEC.

  

O SEEB JGS E REGIÃO SC, POSSUI ATENDIMENTO JURÍDICO AOS BANCÁRIOS E SEUS DEPENDENTES. 

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